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[09/01] - Hospital Ministro Costa Cavalcanti integra processos e setores com o Tasy
O Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), localizado na cidade de Foz do Iguaçu (PR), é referência nas especialidades de oncologia, cardiologia e gestação de alto risco. Com 200 leitos e mais de quatro mil atendimentos mensais, o HMCC utiliza as soluções Tasy desde 2005. Com a implantação, foram contabilizados múltiplos resultados, como a integração entre os diversos processos, setores e profissionais. Em 2011, o HMCC iniciou um novo marco na assistência aos pacientes: a utilização do Tasy por mais de 90% dos profissionais de saúde.
Rogério Soares Böhm, diretor-administrativo e financeiro do hospital, ressalta que antes da implantação do sistema de gestão em saúde Tasy, o hospital trabalhava com sete softwares diferentes, o que impossibilitava a integração entre os diversos processos. “Trabalhávamos com muitos arquivos paralelos e planilhas, entre outras soluções que fragilizavam os controles internos, principalmente financeiros e contábeis. Quanto aos processos assistenciais, não tínhamos nada informatizado”, lembra Böhm, que está há sete anos na instituição.
A principal dificuldade, além da falta de integração, era a falta de confiabilidade no banco de dados, o que ocasionava dados corrompidos, indicadores não confiáveis, informações paralelas, entre outros. “Optamos pelo Tasy pela flexibilidade e confiabilidade do sistema, que oferece a garantia de dados fidedignos para a tomada de decisão, além das parametrizações de acordo com os nossos processos internos. O sistema, ainda, possibilita integrar os processos e as áreas, além de aperfeiçoar a assistência, propiciando maior qualidade e segurança ao paciente e aos profissionais”, resume o diretor.
Incremento nos resultados financeiros
A integração entre as áreas administrativas e financeiras contabilizou importantes resultados ao hospital, que tem 60% dos seus leitos destinados ao atendimento do SUS. Alguns exemplos são:
• Implantação de um processo de suprimentos totalmente eletrônico, garantindo agilidade no processo de compras e controle eficiente dos estoques;
• Integração do financeiro com o faturamento, gerando maior produtividade aos profissionais e eliminando a necessidade de controles paralelos;
• Repasse médico integrado, aumentando a segurança dos pagamentos e evitando pagamentos indevidos;
• Sistema de custeio gerencial integrado com a contabilidade, consolidando todas as informações e contribuindo para a sustentabilidade financeira.
Böhm revela que, nos últimos três anos, a organização acumulou superávit no resultado, o que permite dizer que o Tasy promoveu melhor rentabilidade financeira e maior qualidade e segurança no processo de tomada de decisões.“Estamos com um crescimento sustentado de receita próximo a 10%, com aumento da ocupação hospitalar e redução do tempo de permanência. Uma vez que a base de custeio está integrada e se tem as margens de cada procedimento, estamos alavancando o atendimento aos pacientes particulares, bem como renegociando contrato com as operadoras, já que temos uma carteira com mais de 40 convênios. Dessa maneira, conseguimos manter as margens sustentáveis e reinvestir todo o resultado no próprio hospital, visto que somos uma fundação sem fins lucrativos”, afirma o diretor.
Segundo ele, a Fundação de Saúde Itaiguapy saiu de um faturamento em 2006 de 57 milhões e deve fechar 2011 com 97 milhões, ou seja, 70% de incremento na receita em cinco anos. “Se olharmos 2010, que fechou em 86 milhões, o incremento foi de 50% em quatro anos”, ressalta.
Maior qualidade e segurança assistencial
Böhm lembra que, no início, até houve certa resistência por parte da equipe de profissionais da área assistencial. “Lembro que, quando iniciamos o projeto de implantação, os colaboradores comentavam que a formação deles era voltada para assistência e não para a informática”. Mas, logo foram percebendo que o sistema é uma grande ferramenta de trabalho, que os auxilia no desempenho diário das atividades.
“A equipe acabou aderindo plenamente ao sistema, tanto que hoje não conseguem imaginar a realização dos cuidados de saúde sem o Tasy. Podemos afirmar que a utilização do sistema propiciou uma visão holística da organização, aguçou o senso crítico da equipe e ampliou a compartilhamento das informações entre os profissionais”, diz o diretor.
Já o médico e diretor-técnico, Valter Teixeira, diz que a resistência inicial aconteceu sim, o que julga natural, em qualquer modificação do status anterior. “No entanto, em tempo mediato difundiu-se a percepção das grandes vantagens práticas e funcionais que o sistema possibilita”, acrescenta Dr. Valter.
A implantação do Tasy trouxe muitos benefícios para os profissionais de saúde, assim como para os pacientes. A disponibilização da Prescrição Eletrônica, do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e da Administração Eletrônica da Prescrição (ADEP), entre outros, permitiu um ganho na segurança ao paciente, além de garantir a qualidade dos serviços prestados.“Isso alavanca o hospital a outro patamar de qualidade. A exatidão das informações, a integração entre setores, a confiabilidade dos dados inseridos e também a agilidade nos processos inerentes ao apoio ao paciente são alguns destaques de melhorias resultadas pelo Tasy”, resume Böhm.
Outro grande destaque apontado pelo diretor-técnico foi que a comunicação interna se tornou eficaz e de possibilidade imediata, além de também possibilitar a inserção e filtros de segurança frente a condutas terapêuticas inadequadas, por exemplo. Atualmente, todas as informações do paciente ficam centralizadas, como a história pregressa do paciente, as evoluções multiprofissionais, os exames, as orientações de alta e demais registros.
“O sistema ampliou o compartilhamento das informações. Com isso, a enfermagem ganha tempo, agilidade, clareza e inovação no serviço”, complementa a enfermeira Sandra Mara Varela. Ela explica que o sistema oferece escalas de trabalho como a classificação da complexidade de pacientes internados, de acordo com os setores. “Assim é possível fazer um dimensionamento adequado de funcionários, controle de eventos e registros”, diz a enfermeira. “Para a área médica, o Tasy permitiu acesso remoto a uma parte — por enquanto — do corpo clínico, facilitando bastante a evolução clínica dos pacientes”, conclui Teixeira.
Tecnologia da Informação
O gerente de TI, Fernando Valin S. Chen, garante que são muitos os resultados positivos que o Tasy trouxe para o hospital e também para a equipe de TI. “O sistema consegue envolver todos os setores da instituição e centralizar, por exemplo, toda a comunicação interna da instituição. Além disso, estabeleceu uma rotina para o atendimento dos chamados da TI, do setor de manutenção e de Engenharia Clínica, definindo um método de atendimento único para esses setores”, diz Chen.
Quanto aos serviços oferecidos pela desenvolvedora do software, o gerente de TI diz que a relação é de parceria. “Acreditamos ser um dos clientes que mais utiliza os recursos do Tasy. Posso afirmar que o desenvolvimento é tecnicamente a parte mais sensível no ciclo de vida de um sistema e a equipe da Wheb é altamente capacitada, dedicando-se sempre às implementações de novas solicitações dos clientes”, fala Chen.
O responsável pela TI do HMCC também destaca os treinamentos disponibilizados aos clientes Tasy que permitem a atualização da equipe, além do acompanhamento da equipe de pós-venda. “Recebemos visitas regulares e somos prontamente atendidos em todas as necessidades apontadas, acreditando ser esse processo essencial para a fidelização no uso do Tasy”, declara o gerente.
Quanto ao suporte do Tasy, Chen afirma que a Wheb oferece uma equipe altamente especializada. “Considerando o tamanho do sistema e sua complexidade, além do fato de fazermos a atualização toda semana, estamos totalmente satisfeitos com o serviço de suporte. A Wheb nunca nos deixou sem solução para qualquer demanda de suporte. E como o Tasy é baseado no consagrado banco de dados Oracle, a instalação nos computadores e a rotina de atualização são atividades fáceis e rápidas de se fazer. Todos esses pequenos detalhes produzem um ganho de tempo considerável para a equipe de suporte”.
História do HMCC
O Hospital Ministro Costa Cavalcanti, fundado em 1979 como hospital da Hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), é dirigido pela Fundação de Saúde Itaiguapy. A tradicional instituição oferece atendimento em mais de 40 especialidades médicas e realiza, por mês, cerca de 4 mil atendimentos ambulatoriais, 1,1 mil internações e 400 procedimentos cirúrgicos. Com 16 mil metros quadrados, 200 leitos e 870 colaboradores, o hospital é referência na cidade e região no atendimento médico-hospitalar de alta complexidade.
Em 1995, o HMCC lançou um plano de saúde próprio, o Itamed. A parceria entre o Itamed e a Wheb no desenvolvimento do Sistema Tasy para operadoras de planos de saúde permitiu melhorar a gestão da operadora, fator que contribuiu também para o crescimento do hospital. Hoje, o hospital e a operadora da Fundação de Saúde Itaiguapy utilizam o Tasy, integrando processos e informações.
Foto: Débora Black
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